|Sua Excelência, de corpo presente», de Pepetela

|«Os Padrinhos da Nazarena» de Celestina Fernandes

|«A Mensagem do Cristal de Rocha» de Eugénia Neto

|«Histórias com Adivinhas» de Cremilda de Lima

|«A Primeira Aventura do João Escorpião» de Teresa Vieira

|«Música do Coração» de Cynthia Perez

|Evolução Histórico-Jurídica do Direito da Educação em Angola de Graça Pitra Costa

|Casa dos Estudantes do Império de Helder Martins

|«Práticas Contabilísticas» de Fernando Gonçalves e Neves Manuel (3.ª edição - 2018)

|Fiscalidade 2017 - novos conteúdos revistos e actualizados

|«A carteira Luísa Dylon e outros contos» de Roderick Nehone

|«Se o Passado não Tivesse Asas» de Pepetela

|«Luanda fica longe e outras estórias austrais» de José Luís Mendonça

|«Crescer a Ler» - Uma nova colecção infantil que vai estimular o gosto pela leitura nos mais novos.

|«Vidas de Areia» de Divaldo Martins

|«Papéis da Prisão - Apontamentos, Diário, Correspondência (1962-1971)» de Luandino Vieira

|«A sombra de Imana» de Verónique Tadjo

|«Crónicas maldispostas» de Pepetela

|«República do Vírus» de António Quino

|«Filho Querido» de Roderick Nehone

|«Entre sonhos e Delírios» de Noelma Viegas D' Abreu

|«Estórias para bem ouvir» de Fragata de Morais

|«Uma Escuridão Bonita» de Ondjaki

|«Estórias Além do Tempo» - 42 estórias contadas por escritores angolanos

|«Memórias» de Dino Matrosse

|«Memórias de um Dark Horse» de Onofre dos Santos

|Colecção Aventura «Os Candengues»

|«As Aventuras de Ngunga» de Pepetela

|Colecção «Legislação»

|«Teoria Geral do Esquecimento» de José Eduardo Agualusa»

|«Uma Viagem à Índia» de Gonçalo M. Tavares

|“Dentro de mim faz sul seguido de acto sanguíneo” , Ondjaki

|“O leão e o coelho saltitão” , Ondjaki

| “História da África Negra”

|“Contos para Contar”

|“A Múcua que Baloiçava ao Vento”

|“A Aventura do Vento e Outros Contos”

|“Histórias, Historietas”

|«A Educação Sentimental dos Pássaros» de José Eduardo Agualusa

|«Milagrário pessoal» De José Eduardo Agualusa

|«Os transparentes» de Ondjaki

|«Os vivos, o morto e o peixe frito» de Ondjaki

As histórias que preenchem «Memórias de um Dark Horse» foram criadas a partir da experiência do autor, enquanto ao serviço das Nações Unidas em países tão diferentes como Guiné-Bissau, Serra Leoa, Bangladesh, Croácia, Lesotho, República Centro-Africana, Níger, Costa do Marfim, Gana, Timor Leste... e naturalmente Angola.

Margaret Anstee, representante especial do Secretário-Geral das Nações Unidas, referiu-se a Onofre dos Santos no seu livro sobre as eleições angolanas, «Orfhan of the Cold War», como um «Dark Horse», irrompendo na tempestade eleitoral de 1992, como alguém totalmente inesperado e surpreendente... como inesperado e surpreendente nos aparece agora como autor destas «Memórias» entre o real e o imaginário.

 

Sobre o Autor

Onofre dos Santos foi, ainda durante o tempo colonial, advogado e juiz em Luanda, cidade onde nasceu.

Em 1992 foi nomeado Director-Geral das primeiras eleições gerais em Angola, contadas igualmente em livro, «Eleições Angolanas 1992 – uma lição para o futuro». Seguiram-se 12 anos ao serviço das Nações Unidas em países tão diferentes como a Guiné-Bissau, Serra Leoa, Croácia, Lesotho, Gana, Timor-Leste…

Onofre dos Santos desempenha desde 2008 um mandato de 7 anos como juiz do Tribunal Constitucional de Angola e continua a escrever semanalmente as suas histórias nas páginas de «O País». É autor de «Os (meus) dias da independência» (publicada pela Texto Editores), obra com a qual fez a sua estreia literária e que é um repositório das suas impressões contadas em forma de diário desde 11 de Novembro de 1975.